A Ekoa Café é um espaço para nutrir relações. No Blog vamos colocar informações sobre alimentação saudável, vida sustentável, eventos culturais e tudo que acontece aqui na Ekoa!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Cliente do Mês: Álvaro Musa
Cliente do Mês
Essa iniciativa tem o
objetivo de praticar o nosso slogan: “Servindo em espaços que nutrem relações”.
Caso queira participar, envie um e-mail para: ekoacafe@ekoacafe.com.br
Me chamam de: Alvaro Musa
(Alvaro Osorio Longo Musa dos Santos).
Me
realizo quando: crio algo
novo, desde um processo de trabalho até uma escultura, ou um novo negócio, ou
quando tenho sucesso na mediação de um conflito, ou quando ajudo alguém a
encontrar uma resposta para alguma questão de vida profissional ou pessoal
(esta separação é um artificio, quero fazer uma ponte entre as duas).
Gosto
de: Cinema,
leitura de obras principalmente voltadas ao desenvolvimento espiritual (“Um
novo mundo: despertando para o proposito de sua vida” (Eckhardt Tolle); “From
suffering to joy” (Prem Baba); à Filosofia (Rudolf Steiner); ao entendimento
do processo econômico, e do papel do dinheiro e dos bancos na Sociedade; ao
encontro de soluções mais associativas, mais cooperativas no processo econômico
e financeiro. Mas, também policiais, mistério. Literatura
moderna: “A sombra do vento” (Carlos Zafron); Guimarães Rosa. Música, principalmente jazz, new age, clássicos (ouvir, pois sou incompetente para
tocar ou cantar...).
Nutrir
relações para mim é:
Uma oportunidade de fazer trocas em que todos ganham: ideias, experiências,
sonhos, expectativas...carinho...elogios e críticas construtivas... em resumo:
Amor.
Frequento
a Ekoa porque: gosto do astral do lugar, que vem das pessoas que o frequentam e que o
dirigem; as pessoas que frequentam vêm
pelo astral do lugar...um circulo virtuoso.
Geralmente
venho a Ekoa: principalmente para encontrar amigos que compartilham minha
atual formação em coaching. Pretendo aproveitar no futuro para exercer a nova
profissão (coaching), que tem tudo a ver com o lugar, pois se trata em essência
de nutrir relações.
Minha
dica na Ekoa: suco
coroado; qualquer comida (todas deliciosas); chás.
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Gentilezas por São Paulo
Mais água no feijão
O papa Francisco encaixou com felicidade a expressão "mais água no feijão" no pronunciamento feito na Varginha, Rio de Janeiro. Ele falava aos jovens do mundo todo e
tomou emprestado o jargão brasileiro para pedir mais solidariedade. Maior acolhimento ao outro. Valia para todos. O exemplo vinha de um jeito brasileiro.
Fora do Brasil, praticamente em todo lugar, os estrangeiros nos admiram pela alegria e leveza. Embora saibam das muitas carências que ainda temos, eles mostram contentamento por estarmos melhorando nosso padrão de vida. Creem que o Brasil seja um dos últimos bastiões de uma vida com calor humano.
Somos uma espécie de esperança nesse sentido. Leon Bonaventure, belga, psicanalista formado na Sorbonne, Paris, vivendo há décadas por aqui e conhecedor de todas as mazelas que nos contemplam, garante que o Brasil ainda é um dos melhores lugares para se viver, por conta desse vínculo afetivo que gera um padrão de vida que se opõe ao "cada um por si", que é marca no mundo.
Em Nova York, de motoristas de táxis a gerentes de estabelecimentos, de forma quase unânime, o Brasil é destacado como contraponto à solidão e a uma vida exclusivamente voltada para ganhar dinheiro e consumir. Em movimento constante e sem solidariedade. Doído, apesar da satisfação material.
| Campanha "Mais calor, por favor", em Pinheiros |
Nós, o Brasil, os brasileiros, damos pouco valor a um bem que o mundo inveja. E que, apesar de intangível, tem valor imenso. Aplicamos pouco essa qualidade diferenciada.
O maior desafio a essa aplicação é a vida nas grandes cidades. Nossas pequenas cidades têm isso de sobra. É a solidariedade que torna a vida mais agradável nesses lugares. E, muitas vezes, o que a faz suportável nos lugares mais pobres.
As metrópoles não sabem como fazê-lo. Em vez de utilizarem essa característica brasileira para amenizarem conflitos e carências urbanas, "mais água no feijão" fica relegada a ações isoladas entre amigos e pequenos grupos, como uma ilha ou tábua de salvação diante dos desgastes cotidianos.
Viver em cidades grandes traz a vantagem de mais oportunidades de emprego e renda. Para isso as pessoas se juntam. Por conta desse aglomerado, surge uma vida mais rica em lazer e cultura. A contrapartida é que quanto mais gente procurando ganhar a vida, mais conflitos, mais limitações de mobilidade, mais escassez de tempo. E isso torna a vida mais corrosiva.
Com o brutal avanço da tecnologia, as pessoas se conectam mais aos seus aparelhos e ignoram as outras. Em Nova York, existe um batalhão de pessoas andando com olhar vago e monologando diante de celulares. Desconectadas do entorno. Passam pela praça sem olhar.
Não enxergam os outros.
Em São Paulo está ficando assim. Só que não temos essa vocação do "cada um por si".
Existem algumas iniciativas, mas são poucas e isoladas.
Como a do "Café Compartilhado", realizada no Ekoa Café, localizado na Vila Madalena. A ideia é simples: pagar um café para um desconhecido ou aceitar um café já pago por uma outra pessoa. E também a ação "Mais calor, por favor" de alguns funcionários de um escritório na região de Pinheiros que penduraram 20 ganchos em um tapume de uma obra vizinha. Os ganchos servem de cabides para que qualquer pessoa deixe ou retire uma roupa de inverno do local. O objetivo é ajudar os moradores de rua durante os períodos de frio.
Enquanto o papa encontra em nosso modo de ser um exemplo para o que deseja para o mundo: mais proximidade entre as pessoas, uma Igreja que encontre as ruas, desperdiçamos esse imenso capital.
Ter a proposta de uma cidade que estimule a solidariedade, além de mitigar muito nossos desconfortos, seria um exemplo de como ter qualidade de vida em um mundo das grandes aglomerações que tende à hostilidade.
A bicicleta, a calçada, a caminhada, pequenas praças e tantas coisas simples representam exatamente isso: a possibilidade de viver melhor em cidades grandes. Como São Paulo.
Aplicar a simplicidade é difícil. Mas está ao alcance. É uma decisão política.
Aplicar a simplicidade é difícil. Mas está ao alcance. É uma decisão política.
José Luiz Portella Pereira, 60, é engenheiro civil especializado em gerenciamento de projetos, orçamento público, transportes e tráfego. Foi secretário-executivo dos Ministérios do Esporte e dos Transportes, secretário estadual dos Transportes Metropolitanos e de Serviços e Obras da Prefeitura de São Paulo e presidente da Fundação de Assistência ao Estudante. Formulou e implantou o Programa Alfabetização Solidária e implantou o 1º Programa Universidade Solidária. Escreve às quintas-feiras.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Ekoa no evento do SEBRAE
Nos dias 1º e 6 de agosto, às 19 horas, respectivamente na Barra Funda e em Perdizes, o Sebrae-SP apresenta duas edições do evento ‘Receita de sucesso’, que reúne empresários de restaurantes, bares e demais estabelecimentos comerciais do setor de alimentação para discutir formas de reduzir o desperdício de alimentos, como se adequar às normas de políticas nacional e estadual de resíduos sólidos e maneiras criativas de montar cardápios sustentáveis para atrair clientes preocupados com o meio ambiente. Os empresários podem ser inscrever pelo telefone (11) 3832-5210.
Segundo o Centro de Agroindústria de Alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil desperdiça mais de 11 milhões de toneladas de alimentos por ano. São bilhões em reais jogados fora.
Os empresários do setor de alimentação sofrem com este problema, pois, muitas vezes, nem percebem que o desperdício é um dos principais motivos de seus lucros não serem melhores, afinal, precisam gastar para repor o que foi desperdiçado por meio de, por exemplo, sobras em pratos dos consumidores ou frutas e vegetais mal manuseados pela equipe e, principalmente, por clientes que costumam apalpar o produto para tentar averiguar a qualidade.
No dia 1º, o tema da palestra será ‘Como diminuir e administrar os desperdícios no meu negócio’, apresentada pelo administrador de empresas e consultor James Hilton Reeberg, que já colaborou com a redução de custos em diversas companhias. O objetivo é dar dicas para que o empresário encontre “vazamentos” no seu caixa, que podem estar ligados à quantidade de alimentos desperdiçados.
Na sequência, acontece um talk show (formato de debate em que os participantes opinam em relação a temas sugeridos por um moderador) com os empresários Marisa Bussacos (Ekoa Café), Angelita Gonzaga (Garimpos do Interior) e James Hilton Reeber (M2A Consultoria e Assessoria Treinamento).
No dia 6, a palestra ‘Sustentabilidade no Planejamento de Cardápios’ será apresentada por Aline Rossato, professora de Nutrição e Gastronomia do Senac, que vai abordar, entre outros temas: índices de desperdício de alimentos e recursos ambientais no Brasil e no Mundo; apresentação de soluções de sustentabilidade para restaurantes; aproveitamento total dos alimentos; desperdício financeiro decorrente do descarte de partes não convencionais dos alimentos; exemplo de restaurantes com práticas sustentáveis; conscientização dos colaboradores em relação às práticas sustentáveis.
Programação
Data: 1º de agosto
Horário: 19 horas
Local: Senai Horácio Augusto da Silveira, na Rua Tagipuru, nº242, Barra Funda
Data: 6 de agosto
Horário: 19 horas
Escritório Regional Capital Oeste do Sebrae-SP, localizado na Rua Clélia, nº 336, Perdizes.
Inscrições
Os empresários podem ser inscrever pelo telefone (11) 3832-5210.
sábado, 20 de julho de 2013
Ekoa na Gazeta de Pinheiros
PARA ESQUENTAR O DIA A DIA
O frio já chegou em São Paulo e trouxe consigo
aquela vontade de passar alguns instantes do dia com aquela caneca de café.
Mais do que esquentar o dia, o ritual que envolve a apreciação das bebidas
quentes envolve a rotina da maioria dos paulistanos. O Brasil é um dos grandes
responsáveis pelo café no mundo e seus habitantes cada vez mais contemplam um
pouco de seus dias para revigorar essa tradição.
Há quem goste de começar o
dia lendo as notícias e degustando seu café. Há quem prefira um chá com uma
torta para acalmar o dia. Seja para recarregar as energias durante o trabalho,
seja para aproveitar o final do dia com amigos, nossos dias estão ligados às
bebidas desfrutadas em canecas. Pinheiros oferece uma grande variedade de
locais especializados em cafés, chás e seus acompanhamentos.
Ekoa Café
“Ekoa em tupi-guarani
significa morada, um lugar que aconchega, onde os amigos se reunem para um bate
papo”, segundo o site da empresa. O sobrado que ocupa na Vila Madalena parece
ser um bom exemplo disso. Rua Fradique Coutinho, 914; Tel: 3032 7842;
ekoacafe.com.br
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Cliente do Mês: Felipe Lima
Me chamam de: Felipe/Fe/Fe
Lima
Me
realizo quando: O meu
trabalho, de alguma maneira, faz alguma diferença pra alguém. Acredito que temos que colocar ou ter um sentido em
tudo que fazemos.
Gosto
de: Comer,
falar, escrever, ler, viajar, ouvir histórias e estórias, ensinar, aprender,
conhecer algo novo, sonhar sem limites, ser livre. Trocar. Conectar. Música,
futebol, arte, cinema, cachorros, um café bem feito, sotaques, bolo, sorrisos,
abraços, gentileza, festa junina e, claro, gastronomia. Gosto de me reinventar
o tempo todo. Gosto de tudo que é diferente. Gosto de ser geminiano. Gosto de
tanta coisa... Mas o que eu gosto mesmo, é de viver.
Nutrir
relações para mim é:
Trocar. Estar aberto a conhecer, aprender e também conseguir plantar uma
sementinha seja em quem for, onde for. Compartilhar um café.
Frequento
a Ekoa porque: é um espaço que me permite troca, que permite trabalhar, me dá
tranquilidade, que tem uma energia incrível (sou muito intuitivo) e claro,
receber e compartilhar café.
Geralmente
venho a Ekoa: Uma a duas vezes por semana (a tarde ou final da tarde) para
trabalhar, fazer reunião, ou simplesmente pra tomar um café.
Minha
dica na Ekoa: Café
orgânico, café com massala, bolo de cenoura.
Contacte-me: Felipe Lima:
felipesdelima@gmail.com / www.whatthefood.com.br (um blog de
gastronomia para o qual colaboro com textos)
sexta-feira, 12 de julho de 2013
O Café Compartilhado da Ekoa no Guia da Vila
Uma xícara de gentileza
Que tal tomar um saboroso cafezinho que foi pago por um desconhecido? Isso acontece em um café da Vila Madalena.
O nome do projeto é Café Compartilhado e desde 2011 o Ekoa Café promove essa troca de gentileza entre pessoas desconhecidas. Segundo Marisa Bussacos, publicitária e sócia do Ekoa, “surgiu a partir do livro The Hanging Coffee, onde o personagem principal paga seu café e deixa outro pago para outra pessoa. Isso se passa na República Tcheca”, conta ela.
Aqui, no Ekoa, quem deixa o café pago, deixa também um bilhetinho com uma mensagem positiva, seja um pensamento, uma poesia ou um simples desenho. “É como se fosse um biscoitinho da sorte”, resume Marisa.
Para saber se há cafés pagos, basta consultar a lousa junto ao balcão. Marisa garante que ninguém abusa da bondade alheia. “Muita gente que toma o café compartilhado nas próximas visitas faz questão de retribuir a gentileza e deixa outros cafés pagos”.
Ela não sabe dizer se amizades ou namoros surgiram a partir dessas ações. Mas acredita que está estimulando a troca de gentileza entre desconhecidos e contribuindo para um mundo mais humano e feliz. Segundo estimativas da empresária, são cerca de dez cafés por semana que os clientes deixam pagos.
Dentro desse espírito comunitário de compartilhar, o Ekoa, que significa morada em tupi-guarani, também conta com uma pequena biblioteca de livros livres. Ela fica junto aos sofás no salão do fundo. “Quem quiser pode levar o livro que gostar da estante e, se puder, traz outro para repor”, e quando as pessoas trazem em doação muitos livros, o Ekoa encaminha os volumes excedentes para o projeto Bicicloteca.
A loja foi aberta em 2009 e sempre, por filosofia, estimula práticas mais saudáveis e conscientes de consumo.
“A ideia é que isso seja uma ação solta e livre”, diz Marisa sobre os cafés pagos e os bilhetinhos
Ekoa Café
Rua Fradique Coutinho, 914
Telefone 3032-7842
www.ekoacafe.com.br
Fonte : Guia da Vila Madalena - Edição 191 - Julho/2013
Autor : GERSON AZEVEDO
Autor : GERSON AZEVEDO
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