A Ekoa Café é um espaço para nutrir relações. No Blog vamos colocar informações sobre alimentação saudável, vida sustentável, eventos culturais e tudo que acontece aqui na Ekoa!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Cliente do Mês: Stephanie Belot
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Ekoa na Revista Gestão e Gastronomia - ECOEFICIÊNCIA NA GESTÃO!
Por Ana Claudia Machado
| Um passo à frente: Ekoa Café promove práticas sustentáveis até mesmo entre os clientes Foto: Gestão & Gastronomia |
Com o intuito de promover uma discussão mais aprofundada sobre as vantagens da sustentabilidade aplicada ao segmento de alimentação fora do lar, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) organizou uma edição especial do projeto Receita de Sucesso, composto por palestras gratuitas voltadas a este tema.
“O setor de alimentação está muito ligado ao bem-estar e os empresários precisam ficar mais atentos à maneira como seus estabelecimentos são operados. Nosso maior objetivo é conscientizá-los para que eles possam adotar determinadas ações na gestão de seus negócios capazes de promover uma produção mais eficiente”, afirmou a consultora de sustentabilidade do Sebrae-SP, Dorli Terezinha Martins.
Ao longo do mês de agosto e início de setembro foram realizadas, ao todo, quatro palestras específicas sobre como proprietários podem reduzir custos a partir de um novo olhar sobre a gestão, com mais controle dos insumos e adequação a novas práticas.
A redução do desperdício e o aproveitamento integral dos alimentos ganharam destaque entre as dicas apresentadas aos profissionais que se reuniram nos escritórios do Sebrae na capital paulista. Para falar sobre o assunto, a entidade convidou a nutricionista e chef Aline Rissatto, especialista em criar receitas que otimizam o uso da matéria-prima. Com a experiência acumulada em organizações não governamentais – tais como a ONG Banco de Alimentos, que arrecada e repassa doações de alimentos a comunidades carentes –, Aline compartilhou ideias e sugeriu mudanças simples no cardápio, mas capazes de proporcionar redução de custos.
Durante a palestra, a nutricionista explicou que, muitas vezes, por falta de conhecimento de técnicas corretas de manipulação dos alimentos, uma boa parte das frutas, verduras e legumes acaba indo parar no lixo. Segundo ela, a aplicação da técnica de AIA (Aproveitamento Integral dos Alimentos) reduz expressivamente os custos do restaurante, além de minimizar a geração de lixo orgânico. Outra opção sugerida pela nutricionista diz respeito à possibilidade de se propor inovações no cardápio, a partir do desenvolvimento de receitas baseadas em aproveitamento de matérias-primas.
As demais palestras apresentadas durante o ciclo promovido pelo Sebrae apontaram a importância de controlar o consumo de água e luz para minimizar o desperdício, realizar manutenções constantes nos equipamentos da cozinha a fim de garantir maior eficiência energética, gerenciar os resíduos sólidos de uma forma que eles sejam enviados a cooperativas de reciclagem, entre outras iniciativas ecológicas.
“Tendo em vista que as margens de lucro se mostram cada vez menores, devido ao aumento dos custos operacionais, gerenciar um restaurante de maneira sustentável acaba sendo um diferencial competitivo”, enfatizou a consultora Dorli Terezinha Martins.
IDEIAS COMPARTILHADAS
Quando se fala em “negócios sustentáveis” muitas pessoas associam a expressão a altos investimentos ou, até mesmo, a ações que só podem ser colocadas em prática por grandes empreendimentos. “Isso é um mito e precisa ser esclarecido”, afirma Marisa Bussacos, proprietária da rede Ekoa Café, que possui duas unidades na cidade de São Paulo e outras duas em Campinas. Segundo ela, os pequenos empreendedores muitas vezes têm até mais chances de se beneficiar, pois geralmente estão mais próximos e conseguem controlar melhor os gastos. “O orçamento é menor e exige ser bem aproveitado”, explica.
Nas suas lojas, por exemplo, o cardápio privilegia alimentos produzidos sem agrotóxicos – desde hortaliças, frutas e verduras, até mesmo opções de açúcar e grãos de café orgânicos. As cozinhas de suas cafeterias não realizam frituras e, por isso, Marisa não precisa se preocupar com o óleo que normalmente resulta desse processo. Além disso, ao menos em uma das unidades foi construída uma cisterna que capta a água da chuva – reaproveitada para ajudar na lavagem do chão e dos banheiros.
Os 15 funcionários distribuídos pelas quatro lojas, segundo a proprietária, passam por treinamentos constantes para que o conceito sustentável que a rede adotou seja mantido e repassado aos clientes. “Realizamos seminários periódicos com toda a equipe e, desta forma, temos conseguido colocar diversas ações em prática”, comenta.
Outra iniciativa realizada pela cafeteria foi uma parceria com uma rede global chamada The Hub, composta por espaços onde lideranças e gestores focados em sustentabilidade possam partilhar ideias. Na prática, esses ambientes funcionam como escritórios compartilhados, projetados para facilitar conexões e o fluxo de informação. Em São Paulo existem dois espaços como este, e um deles fica no piso superior da Ekoa Café da Vila Madalena.
Ainda com foco em responsabilidade social, a mesma unidade da cafeteria promove há três anos uma ação chamada “café compartilhado”. Funciona da seguinte maneira: um cliente pode tomar um café pago por alguém ou deixar um café pago para outra pessoa. A quantidade de bebidas “grátis” fica anotada em uma lousa, visível para todos que frequentam o local. Desta forma, basta pedir um cafezinho para dar continuidade a uma ideia inspirada na máxima de que “gentileza gera gentileza”.
OLHAR 360 GRAUS
Com o objetivo de incluir ações sustentáveis em todas as suas unidades, a rede Seletti Culinária Saudável – com mais de 30 lojas distribuídas nas praças de alimentação de shoppings brasileiros – desenvolveu o Programa Seletti 360º, planejamento traçado para abranger todas as áreas da operação.
Até o momento, três unidades inauguradas no final de 2012 já contam com a nova formatação, que prevê redução do consumo de água, gás, energia, material de limpeza, entre outros itens. De acordo com a empresa, a expectativa é que todas as lojas operem de maneira ecoeficiente em até cinco anos.
A troca das chapas e fogões a gás por modelos elétricos, segundo Bia Campos, diretora institucional e de marketing da rede, ajudou a economizar 20% de energia onde os equipamentos já foram instalados. Uma outra iniciativa promoveu a redução do desperdício de alimentos em cerca de 30%. Para alcançar este número, Bia afirma que foi necessário rever os cardápios, a fim de que um mesmo ingrediente possa ser utilizado em várias receitas. Além disso, alguns produtos frescos, tais como verduras e legumes, agora chegam à cozinha já processados.
“Renegociamos valores com nossos fornecedores e passamos a comprar alguns itens já descascados, lavados e picados. O preço subiu, mas, na ponta do lápis, essa medida acabou gerando redução de mão de obra e de resíduos”, esclarece a executiva. A economia no consumo de água, usada para lavar cada item, foi de 15%; e o volume de lixo orgânico diminuiu em 18%.
“O setor de alimentação depende muito dos recursos naturais e, por isso, não dá para pensar em um negócio neste segmento se não houver conscientização. Por mais difícil que seja implantar algumas ações, até porque envolve mudanças de hábitos, não podemos desistir. Os benefícios aparecem com o tempo”, pondera.
VERDE ATÉ NO TETO
| EcoHouse: horta no teto abastece cozinha do restaurante Foto: Divulgação |
Desenhado desde o início para ser um lugar que valoriza a sustentabilidade, o Eco House foi o primeiro no ramo gastronômico a receber a certificação AQUA (Alta Qualidade Ambiental), pois emprega diversas ações com foco na preservação do meio ambiente, entre as quais se destacam os cardápios elaborados de acordo com a sazonalidade dos alimentos, a iluminação natural, o gerenciamento de resíduos sólidos e orgânicos por meio de coleta seletiva e compostagem, captação de águas da chuva para reúso na limpeza do piso e manutenção do jardim etc.
Todos os investimentos para moldar o empreendimento ao conceito de sustentabilidade, conforme explica Thomas, não foram baixos. Segundo ele, a ideia sempre foi conciliar tecnologias inovadoras às demais práticas já desempenhadas em outros locais. Um desses investimentos foi o projeto instalado no salão do restaurante. Trata-se de uma pista de dança formada por placas que geram energia a partir do movimento das pessoas. “É interessante porque os clientes interagem e se sentem corresponsáveis pela energia do ambiente”, explica.
| Sustentabilidade aplicada aos negócios: exigência dos clientes Levantamentos recentes revelam que os consumidores estão buscando mais informações a respeito de produtos e serviços desenvolvidos a partir de práticas sustentáveis. A “Pesquisa Akatu 2012 : Rumo à Sociedade do Bem-Estar”, realizada pelo Instituto Akatu – ONG que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente –, apontou um aumento no contingente de pessoas que já “ouviram falar” de sustentabilidade. O número, que chegava a 44% em 2010, alcançou um total de 60% em 2012. Além disso, o interesse em buscar informações sobre o tema passou de 14% para 24% no mesmo período. Ainda de acordo com o estudo – que entrevistou 800 pessoas, de diferentes classes sociais e de 12 capitais e/ou regiões metropolitanas de todo o País –, o consumidor brasileiro está cada vez mais crítico e exigente sobre as práticas de sustentabilidade e de responsabilidade social das empresas. Segundo as respostas dos entrevistados, o comportamento das empresas impacta diretamente nas suas decisões de compra. Ao todo, foram destacados cinco aspectos como motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas: “Não maltratar animais” (52%); “Ter boas relações com a comunidade” (46%); “Ter selos de proteção ambiental” (46%); “Ajudar na redução do consumo de energia” (44%); e “Ter selo de garantia de boas condições de trabalho” (43%). |
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Ekoa no evento do SEBRAE
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Cliente do Mês: Marta
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Ekoa na revista Página 22
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Médicos Sem Fronteiras e ITACI
Seguindo essa proposta de levar ajuda médica às pessoas que mais precisam fizemos uma parceria com o ITACI (Instituto de Tratamento ao Câncer Infantil).
A partir de amanhã, toda 6a feira e Sábado do mês peça uma Sopa (abóbora com gengibre e mandioca com alho poró - todos os ingredientes são orgânicos e são sopas veganas) e 10% da venda reverteremos para o ITACI.
O ITACI atende 3.200 pacientes portadores de doenças onco-hematológicas. Por mês são 1.500 consultas, 550 quimioterapias e 1.200 atendimentos da equipe multiprofissional.
Para mais informações sobre a organização: http://www.itaci-fc.org.br
Participe!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Hoje: Dia Mundial da Água

Sobre o Dia Mundial da Água
O Dia Internacional da Água foi estabelecido em 1992 na Conferência das Nações Unidas (ONU) e é comemorado anualmente na data de 22 de março como forma de chamar a atenção para a importância da água e promover o gerenciamento sustentável dos recursos hídricos.
O primeiro Dia Mundial da Água foi comemorado em 22 de março de 1993.
Aqui na Ekoa trabalhamos com a Água na Jarra para diminuirmos a quantidade de PETs jogadas no meio ambiente.
Vamos participar cuidando para não desperdiçar esse recurso tão valioso?
terça-feira, 20 de março de 2012
Novidade de Outono: Torta de Creme de Milho!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Amanhã começa o OUTONO!

Como todo começo de uma estação, o cardápio da Ekoa se renova e traz novidades saborosas! Aguarde, aos poucos vamos atualizando aqui as novas delícias!
O que significa o Outono?
Introspecção: É o momento em que as energias estão desaparecendo até o reino do imanifestado, então, é tempo mais para manifestar princípios espirituais, do que pedir benefícios materiais.
No outono as folhas secam e caem, os últimos frutos são colhidos. A colheita é guardada para o inverno. O ciclo mostrou o crescimento na primavera, a exuberância no verão, e agora se encaminha para o fim. É a maturidade. O momento do crepúsculo, quando o Sol se põe e a vida diurna vai se recolhendo. O nível humano é empurrado para relacionar-se mais com os outros e participar e ajudar grupos, família ou comunidade.
Indica a morte do velho e a promessa de novos começos, renascimento. É o tempo de transformação e mudança de ênfase, para outras atividades, para o crescimento interior. Para avaliar tudo o que foi plantado e colhido, e agradecer a colheita seja ela farta ou escassa, tendo consciência do aprendizado, sem pedir nada nesta ocasião.
O período de dia e de noite são iguais, é a época para colher o que semeamos na Primavera. A abundância da colheita também deve trazer o senso de preparação para o momento do frio que se aproxima, e para o ciclo de morte da natureza. Para entrarmos em introspecção, no nosso interior e de nos prepararmos para sobreviver, física e espiritualmente, durante os meses de inverno.
No momento de outono é interessante dar fim a alguma coisa que não dá sentido à nossa vida. Sejam objetos, emoções, padrões, sociedades, pessoas, ou seja, tudo que devemos deixar morrer.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Amanhã e sábado: almoço é na Ekoa!

(Foto do Green Drinks dia 08/03 com o Dj Bola d'A Banca Jovem)
Toda 6a feira e sábado de Março, pedindo na Ekoa um Combo de Quibe de Abóbora com Salada, 10% da venda irá para A Banca.
A Banca é uma Produtora Cultural Social que residente no Distrito do Jardim Ângela e foi formada em 2000 com o objetivo de realizar eventos e desenvolver a música e a cultura Hip Hop como ferramentas de inclusão Cultural-Social-Econômica para jovens em vulnerabilidade social e econômica.
A Produtora atua como multiplicadora de conhecimentos e estimula jovens a conhecer outras possibilidades de superar as dificuldades vividas na periferia, buscando a melhora na qualidade de vida.
Desde sua existência A Banca vem buscando aumentar o impacto social dentro das comunidades onde atua. Através do trabalho em rede com diversos parceiros somamos forças em prol do fortalecimento de nossa atuação na comunidade para que os impactos das ações sejam transformadores, efetivos e duradouros.
Venha se deliciar e ainda ajudar!
Mostrar tudosexta-feira, 25 de novembro de 2011
Como foi o último Green Drinks?
Dia 03/11 tivemos como palestrante do nosso Green Drinks o Renato Guimarães, sócio da Gestão Origami, uma consultoria de sustentabilidade.
O tema foi sustentabilidade no presente e futuro e as novas formas de controle.
Ele começou contando um pouco da história do planeta e das espécies.
– sustentabilidade do planeta x sustentabilidade da espécie (vida no planeta extinta por fenômenos naturais)
- trio água-alimento-energia tem sido manejado de modo que incentiva a extinção do ser humano (água cada vez mais escassa, alimentos cada vez mais caros e energia cada vez mais complicada e agravante de problemas naturais) - aumento da concorrência a longo e curto prazo e disputas geopolíticas por esses fatores.
* demanda de alimento aumentará em 50%, de água 30%, e energia 50%.
- a questão da necessidade de reduzir emissão de gases que agravam o efeito estufa vai ganhar mais destaque e argumentos a cada ano – em 2050 será uma questão ‘imperativa’.
- transformação da comunicação (centralizada – descentralizada – distribuída (internet) ) – enfraquecimento das autoridades. A comunicação, que já era uma forma de poder, tornou-se um pólo econômico social e cultural do planeta
- tendência de mudança do ‘pensamento’ do homem – analything thinking (preferência na solução que resiste ao problema) à design thinking (preferência na produção de artefatos que possam melhorar para que um aprendizado seja obtido no final)
1 - utilização do meio virtual (exemplo tweets que aglomeram outros tweets para ver quais as tendências de investimentos)
2 - utilização de lava para construção de tijolos (com novo método, procura-se obter um resultado benéfico de um produto nocivo a natureza)
3 - novos investimentos em modificação genética (OGM)
4- novos investimentos em energias renováveis – eficiência energética
5- automóveis mais leves, elétricos – menos nocivos a natureza – quanto mais leve, menos energia necessária para colocá-lo em todos processos a que precisa ser disposto (pesquisa em fibra de carbono, outros materiais)
IMPACTOS
Nas pessoas – consciência pesada sobre vários setores (como se alimentar melhor, como comprar produtos mais sustentáveis, como conciliar prazer com natureza).
Nas indústrias – adaptar seu produto a essa nova tendência de concepção das pessoas – resultado = indústrias investindo em pesquisas para agradar ao máximo seu consumidor.
- o problema não é falta de espaço, é a lógica de distribuição que o homem se dispôs no planeta (7 bilhões de pessoas caberiam no Estado de SP)
- aquilo que demorou 200 milhões de anos para ser formado na Terra, o ser humano está acabando em apenas 120 anos. Exemplo – gás Hélio, que acabará em aproximadamente 45 anos
CONCLUSÕES
Não é possível elaborarmos uma agenda estratégica de sustentabilidade sem considerar os efeitos no longo prazo sobre a atuação das empresas.
Sustentabilidade = ponte possível entre o presente e o futuro.
O desafio não é educar os jovens, é preparar as empresas de hoje para uma mudança de mindset.
Aumento do senso de urgência para as empresas agirem e se posicionarem (cada vez mais empresas se adaptam ao que o consumidor e a sociedade vêem como correto).
Somos a geração que esta vivendo uma transição que será escrita na história e que fez com que a relação do homem com o planeta atingisse patamar jamais necessários.
Semana que vem tem mais Green Drinks, aguarde!


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